RAPS: A experiência de trilhar a Rede de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil de Itaperuna-RJ
Palavras-chave:
Saúde Mental, Infanto-juvenil, DesinstitucionalizaçãoResumo
Na promoção de cuidado de crianças e adolescentes vê a imagem de institucionalização em arquiteturas filantrópicas, “os abrigos”, ideia obsoleta de tratamento. Com a reforma psiquiátrica quebra o paradigma de isolamento à reabilitação psicossocial e a implicação da rede, proposta vide de encontro ao novo modelo de desinstitucionalização, surgindo o CAPS Infanto Juvenil como dispositivo de estratégia de cuidado. Este artigo trata de uma pesquisa descritiva com observação sistemática e mapeamento da Rede de Atenção Psicossocial para crianças e adolescentes antes e depois da implantação do CAPSi no Município de Itaperuna(RJ). Propomos a reflexão sobre a experiência vivida neste Município, na organização da rede de atendimento. Enfocando na fidelidade da reforma psiquiátrica nas atuações e a necessidade de fortalecer laços de atendimento, fomentando novas propostas de atuação dentro da lógica de atendimento. Os resultados encontrados apresentam uma maior institucionalização antes e a uma diminuição depois da implantação do CAPSi. Discutindo as estratégias de fluxo da rede e o enfoque na desinstitucionalização. Concluiu-se que a proposta do CAPSi é uma proposta holística, na visão do ser humano e suas relações de forma singular, na qual a atuação psicossocial tem implicação direta da existência do sujeito, ressaltando sua função no cuidado.
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