RAPS: A experiência de trilhar a Rede de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil de Itaperuna-RJ

Autores

  • Mariana Fernandes Ramos dos Santos
  • Diana Ramos de Oliveira
  • Ana Maria Ferreira

Palavras-chave:

Saúde Mental, Infanto-juvenil, Desinstitucionalização

Resumo

Na promoção de cuidado de crianças e adolescentes vê a imagem de institucionalização em arquiteturas filantrópicas, “os abrigos”, ideia obsoleta de tratamento. Com a reforma psiquiátrica quebra o paradigma de isolamento à reabilitação psicossocial e a implicação da rede, proposta vide de encontro ao novo modelo de desinstitucionalização, surgindo o CAPS Infanto Juvenil como dispositivo de estratégia de cuidado. Este artigo trata de uma pesquisa descritiva com observação sistemática e mapeamento da Rede de Atenção Psicossocial para crianças e adolescentes antes e depois da implantação do CAPSi no Município de Itaperuna(RJ). Propomos a reflexão sobre a experiência vivida neste Município, na organização da rede de atendimento. Enfocando na fidelidade da reforma psiquiátrica nas atuações e a necessidade de fortalecer laços de atendimento, fomentando novas propostas de atuação dentro da lógica de atendimento. Os resultados encontrados apresentam uma maior institucionalização antes e a uma diminuição depois da implantação do CAPSi. Discutindo as estratégias de fluxo da rede e o enfoque na desinstitucionalização. Concluiu-se que a proposta do CAPSi é uma proposta holística, na visão do ser humano e suas relações de forma singular, na qual a atuação psicossocial tem implicação direta da existência do sujeito, ressaltando sua função no cuidado.

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Publicado

2026-03-29

Como Citar

Fernandes Ramos dos Santos, M., Ramos de Oliveira, D., & Maria Ferreira, A. (2026). RAPS: A experiência de trilhar a Rede de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil de Itaperuna-RJ. LINKSCIENCEPLACE, 5(6), 175–198. Recuperado de https://linkscienceplace.com/index.php/lnk/article/view/363