CEFALEIA ASSOCIADA A INDICADORES DE TRANSTORNOS DE ANSIEDADE: um estudo em acadêmicos de medicina
Palavras-chave:
Ansiedade, Cefaleia, Enxaqueca, Estresse, Estratégias preventivas e intervencionistasResumo
Introdução: No mundo e no Brasil as cefaleias geram um elevado gasto e constituem-se problema de saúde pública. Além disso, levam a uma redução da qualidade de vida. Objetivos: Investigar a prevalência de cefaleia e a sua possível associação com ansiedade em acadêmicos de Medicina; avaliar o perfil epidemiológico; permitindo a adoção de estratégias preventivas e intervencionistas, a fim de proporcionar um menor impacto da ansiedade e da cefaleia na qualidade de vida do estudante. Justificativas: Tendo-se como mote detectar um perfil de risco mais suscetível ao surgimento de transtornos de ansiedade e ocorrência de cefaleia, a relevância da pesquisa substancia-se na perspectiva de implementar medidas informativas durante o período letivo, proporcionando diagnóstico e tratamento precoces. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal e observacional, o grupo amostral foi composto por acadêmicos do curso de Medicina da Universidade Iguaçu – Campus V, em Itaperuna/RJ. A aquisição de dados foi realizada através da aplicação de questionários autoaplicáveis: HIT-6 e Inventário de Ansiedade de Beck. Após análise dos dados foi obtido o perfil epidemiológico e variáveis que expressem os níveis de ansiedade e acometimento ou não de cefaleia. Resultados: Os resultados demonstraram que houve uma prevalência: do sexo feminino, da faixa etária de 21 a 25 anos, do estado civil solteiro(a) e sem outra formação acadêmica anterior. No contexto geral, foi verificado que o percentual de associação de alunos com cefaleia, com "impacto substancial" e " impacto muito severo", e ansiedade foi substancialmente superior ao percentual de alunos sem tal associação. Conclusão: Após analisado o perfil epidemiológico e constatada a associação entre cefaleia e ansiedade na população estudada, foram sugeridas como práticas futuras um acompanhamento médico-psicológico de modo a minimizar a evolução, duração e intensidade da cefaleia, visando consequentemente impactar de forma positiva na qualidade de vida dos acadêmicos de medicina.
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