DIREITO À IDENTIDADE GENÉTICA DA CRIANÇA X DIREITO À PRESERVAÇÃO DE IDENTIDADE DO DOADOR DE GAMETAS

Autores

  • Gabriela GonçalvesTavares
  • Larissa de Paula Ferreira
  • Raquel Veggi Moreira
  • Hildeliza Lacerda Tinoco Boechat Cabral
  • Carlos Henrique Medeiros de Souza

Palavras-chave:

direito à origem genética, melhor interesse da criança, família

Resumo

Atualmente, ante o incessante progresso de transformação social, o ordenamento jurídico familial brasileiro encontra-se carecente, gradualmente, de novas reflexões acerca da estruturação familiar. Mediante metodologia qualitativa, o presente trabalho fundamenta-se em obras, artigos científicos de exímios especialistas no assunto, como também em dispositivos legais vigentes e de notória relevância a fim de examinar questões a respeito do direito à origem genética, de sua integração aos direitos da personalidade, bem como do direito ao estado de filiação e, consequentemente, à investigação de paternidade. Identificar a origem genética consiste em direito personalíssimo e desvincula-se do reconhecimento do estado de filiação. Considerando-se, em todo caso, o melhor interesse da criança e a afetividade para declarar paternidade e filiação, conclui-se que obstar o direito à consciência da origem genética, lesa também o direito à dignidade da pessoa humana.

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Publicado

2026-03-29

Como Citar

GonçalvesTavares, G., de Paula Ferreira, L., Veggi Moreira, R., Lacerda Tinoco Boechat Cabral, H., & Medeiros de Souza, C. H. (2026). DIREITO À IDENTIDADE GENÉTICA DA CRIANÇA X DIREITO À PRESERVAÇÃO DE IDENTIDADE DO DOADOR DE GAMETAS. LINKSCIENCEPLACE, 5(6), 349–363. Recuperado de https://linkscienceplace.com/index.php/lnk/article/view/377