AUTOMEDICAÇÃO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM EM UMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE ENSINO

Autores

  • Alan Santiago Muri Gama
  • Márcio Ribeiro Oliveira
  • Kamila Muller Beazussi
  • Abel Santiago Muri Gama

Palavras-chave:

Automedicação, Estudantes de Enfermagem, Educação em Enfermagem

Resumo

A automedicação tem representado um importante problema de saúde. Sua prática pode levar a intoxicação, interações medicamentosas, dependência de medicamentos e resistência microbiana. Objetivou-se determinar a prevalência da prática de automedicação entre estudantes de enfermagem. O estudo transversal, foi realizado com 50 estudantes de enfermagem da Faculdade São Carlos, Bom Jesus do Itabapoana, Rio de Janeiro, com a aplicação de instrumento estruturado com perguntas fechadas. A prevalência de automedicação foi de 82,0%, e o problema de saúde mais referido foi a dor (85,5%). O motivo comumente relatado como gerador da prática da automedicação foi a percepção de que não seria preciso ir ao médico (61,0%). Entre os principais grupos terapêuticos, destacaram-se os analgésicos e antipiréticos 43,1%. O período em curso na graduação associou-se com a prática da automedicação (p=0,050). Conclusão: Nosso estudo apontou alta prevalência da automedicação em relação as demais pesquisas realizadas sobre o tema. Consideramos necessário, a partir destes achados, a inserção de conteúdos acerca do uso racional de medicamentos, sobretudo os riscos da automedicação, nas diferentes disciplinas que compõe a grade curricular do curso de enfermagem.

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Publicado

2026-03-21

Como Citar

Santiago Muri Gama, A., Ribeiro Oliveira, M., Muller Beazussi, K., & Santiago Muri Gama, A. (2026). AUTOMEDICAÇÃO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM EM UMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE ENSINO. LINKSCIENCEPLACE, 3(2), 74–85. Recuperado de https://linkscienceplace.com/index.php/lnk/article/view/251

Edição

Seção

Articles